Gestão Econômico-Financeira

Muito mais do que controle do saldo da tesouraria e alimentação da contabilidade, deverá viabilizar financeiramente toda atividade, gerir os investimentos e os agentes financiadores do negócio e principalmente, desenvolver a produção de resultados econômicos em toda empresa. Gera informações de real significado, ao cruzar informações financeiras e não-financeiras.

A gestão está na reconfiguração constante de todos esses aspectos que estão sempre em movimento. Ela também se apoia no cruzamento de dados financeiros e não-financeiros, para se decidir em prol do lucro. Se fundamenta em três aspectos: 

  • Financeira: Viabilizar toda atividade.
  • Patrimonial: Gestão dos investimentos e agentes financiadores do negócio;
  • Econômica: Conexão entre áreas distintas gerando a produção de resultados.

  • A gestão econômico-financeira incorporou em seu escopo, grandes evoluções do mundo contemporâneo, tornando-se mais integrativa ao ambiente interno e mais relacionada ao ambiente externo.

    A leitura do ambiente externo é necessária principalmente no meio a mudanças cada vez mais significativas, em ciclos menores de tempo. Não somente oscilam os custos de capital, mas também mudam as possiblidades de sua estruturação. Não somente as oportunidades de investimento se alteram, mas toda a forma de se compor consórcios de empresas ou de se organizar empreendimentos independentes. Conceber o melhor formato de trabalho e se configurar para desempenhá-lo é a boa prática.


    Quanto a forma integrativa do ambiente interno, ultrapassamos do período em que se formulavam relatórios e pareceres para uma crítica retrospectiva ao ano que se passou. Nos elevamos a um período com leituras mensais apontadas pelo financeiro a outros setores nas empresas. Por fim, tivemos empresas que tentavam incutir o raciocínio financeiro nos outros setores timidamente por uma referencia de gasto global, cobrando o cumprimento de um orçamento. O avanço agora é no sentido de se integrar à atividade fim de fato, por diretrizes realmente econômicas, para se induzir, cobrar e conduzir à boa performance, geradora de resultados saudáveis.
    Linha do tempo:


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    Mas a realidade das empresas em geral é ainda de um trabalho de menor expressão, de forma reativa, muitas vezes se resumindo a pouco mais do que gestão do saldo de tesouraria e envio de documentos à contabilidade. Este formato não é capaz de responder à demanda do mundo moderno, que principalmente requer uma predisposição simples (felizmente) de manifestação do propósito econômico-financeiro no dia-a-dia dos demais setores (não financeiros), tanto voltados ao ambiente interno, quanto externo.


    Nosso modelo:
    Vamos identificar o modelo econômico (a forma de se consagrar o resultado), obter parâmetros do bom nível de execução e medir continuamente, para agir:

    • A contabilidade será orientada e deverá relatar o que indica o modelo econômico, além da sua função fiscal;
    • O fluxo de caixa deverá ser capaz de orientar rápida e continuamente a empresa para que ela se planeje financeiramente;
    • O D.R.E. deverá efetivamente demonstrar por que o resultado foi aquele, qual que se projeta e o que fazer para se tingir o bom resultado.
    • As pessoas devem ter relatórios que mesclem dados financeiros e não-financeiros, alinhados ao propósito de seus cargos.
    • As tomadas de decisões devem ser suportadas de elementos significativos;
    • Os reais agentes devem ser acionados – Um vendedor que concede prazo de pagamento ao cliente é um agente financeiro também.
    • Os reais clientes devem ser atendidos – Um comprador necessita saber qual a taxa de desconto a ser aplicada para julgar a viabilidade e exercer uma oportunidade de negócio.
    • A empresa deverá ter objetivos, conhecer seu resultado e entender o que será necessário fazer para se atingir o que se almeja, indicando o que, onde, quem e com que investimento.
    • Ferramentas como Balanced Scorecard poderão ser aplicadas ou Matrizes específicas de atuação serão desenvolvidas conforme o caso do seu negócio.

    Enfim, deverá haver sinergia para que a condução seja efetiva, em direção aos bons resultados.


    Vamos aprimorar a Gestão Econômico-financeira de forma rápida e efetiva,na própria empresa, sob medida.

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